Comércio em Foco

Nenhum país abriu o mercado mais que o Brasil em 2019, Diz OMC

Ao todo, o governo de Temer tomou 16 medidas com o intuito de facilitar o comércio, inclusive diminuições de tarifas de importação, exclusão de certas barreiras e benefícios para exportadores. Certos impostos de importação foram abolidos, como aqueles que incidem sobre vacinas e outros remédios. Produtos químicos, bens de capital e outras áreas da economia também foram beneficiadas. Dez por cento medidas tomadas para facilitar o comércio mundial em 2018 foram adotadas pelo governo do Brasil. A descoberta é uma mudança radical quando comparada às conclusões que a OMC tinha sobre o hábito do Brasil até 2014, àquela época o País era o líder entre os governos que mais tomavam medidas protecionistas. Na avaliação, o Canadá tomou só uma medida para promover o comércio. Na União Europeia, igualmente, apenas uma inciativa para promover o comércio, contra seis na China. Nos Estados Unidos, apenas duas medidas de abertura. O Governo brasileiro, impôs ainda dez taxas antidumping, igualmente na mesma época entre 2017 e 2018. O número foi menor que as 14 medidas adotadas em 2018. Neste caso, a liderança é da Índia, com 43 medidas. Outras 34 foram feitas pelo governo de Donald Trump. Mas a conduta do governo brasileiro difere de uma tendência mundial, com o aumento de legislações protecionistas e a guerra comercial cino-americana. Ao revelar seu relatório aos países em Genebra, o diretor-geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, atestou que há um “crescimento significativo” da área de atuação do comércio mundial sujeito à barreiras. O relatório é o primeiro documento completo do que foi adotado no mundo frente à atual tensão entre potências. Azevêdo. “Peço a todos os membros que usem todos os meios de que dispõem para desescalar essa situação”, pediu o brasileiro!

Os tempos de entrega são continuamente reduzidos. Acompanhar passo a passo do estado de entrega não é mais algo acessório é uma ferramenta necessária para “aplacar” a ansiedade do consumidor. Jamais tivemos acesso tantas informações, de tantas fontes e naturezas distintas, quase em tempo real. Acresça a isto dados históricos, informações de venda, pesquisas setoriais, indicadores macroeconômicos e os dispersos na internet. Mesmo com toda esta fonte de informações inesgotável, às empresas cabe saber usá-las de forma inteligente, e entender de forma adequada tudo o que está acessível, caso em contrário, o retorno do investimento demorará a chegar. Desta forma, as cadeias logísticas têm sido redesenhadas baseados em dados e análises. Este processo divide-se em 4 etapas evolutivas: descritiva ou histórica; regressiva ou preditiva; prescritiva e, acima de todas elas, a cognitiva. Entre as empresas, pode-se dizer que 30% do total estão no primeiro estágio, 50% no segundo e 20% no terceiro. São poucas as que figuram na última etapa, como Amazon e Netflix, que funcionam com base no comportamento e requisitos determinados por seus clientes.